António Azenha

performance
[Portugal / Coimbra]

Artista plástico e performer.  Foi comissário do Line Up Festival, de 2010 a 2013. Na performance destaca «Rewind Portuguese Celtic Poetry» (Galeria Ana Lama , Lisboa, 2018) e «Portuguese Celtic Poetry» (20.ª Semana Cultural da Univ. de Coimbra, 2016).  Integrou projectos de Angélica Liddell (Citemor, 2018) e Américo Rodrigues («Já só o vento canta», Sons da Cidade, Coimbra, 2018). Participou no RIAP Rencontre Internationale d’Art Performance (Quebec, 2016) e Festival Art VIVA (Montreal,  2016).  

 

[Projeto proposto: Setor M64]

Proposta de ação, que tem como base de reflexão, a migração de pessoas entre países e continentes, causada por motivos políticos, económicos ou religiosos. A busca do “eldorado”, torna-se a meta de muitas pessoas, contribuindo para este crescente fenómeno social de enorme escala.
A precariedade da vida humana, a exclusão de grupos sociais ou pouco integrados na nossa sociedade contemporânea, é consequentemente motivo de reflexão. Este é um fenómeno que sempre existiu e que se tornou mais visível devido à instantânea comunicação da internet e mass media.
Relembrando obra de Paul Klee, a metáfora da árvore, em que a seiva que alimenta a mesma é o artista, e onde este deve assumir o seu papel central na sociedade como filtro e visionário, pretende-se contribuir para uma efetiva sensibilização desta problemática colocando o tema em discussão.
O caráter experimental desta performance, será traduzida pela contaminação de várias formas artísticas. A exploração da dinâmica de grupo, relação de trabalho coletivo/individual, será uma das suas linhas norteadoras, bem como a improvisação in sito na procura de soluções plásticas, textuais, sonoras, coreográficas.

 

participantes