Luciana Fina [IT/PT]

instalação
TERCEIRO ANDAR 
Laboratório de Curadoria do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
inauguração a 9 de novembro, sexta-feira, 18h
até 28 de dezembro, de segunda a sexta-feira
ACESSO LIVRE

documentário
TERCEIRO ANDAR
Teatro Académico de Gil Vicente
12 de novembro, segunda-feira, 21h30
62′ | M/12 | 4€ – comprar bilhetes

Na kal lingu ke n na kanta storias ke n kontado?
Na kal lingu ke n na skirbi ña diklarasons di amor?
Em que língua vamos contar as histórias que nos foram contadas?
Em que língua escrever uma declaração de amor?

Centro histórico de Lisboa, Bairro das Colónias. Pelas sete da tarde, do terceiro até ao meu quinto andar, ressoa pelo prédio um som regular, sempre igual, como o bater do coração.
Fatumata e Aissato, mãe e primogénita de uma numerosa família originária da Guiné-Bissau, dialogam sobre o amor e a felicidade. No suceder-se de uma carta de amor, um poema, um conto e uma reza, as palavras transitam de uma língua para a outra, de uma interlocutora e de uma voz para a outra, criando ligações.


escrita e realização Luciana Fina
com Fatumata e Aissato Baldé
fotografia Helena Inverno, Luciana Fina, Rui Xavier
montagem Luciana Fina, Cláudia R. Oliveira
som Olivier Blanc, Emanuele Costantini, Miguel Cabral
maquinaria Marcello Urgeghe
misturas Tiago Matos
coloristas Andreia Bertini, Marco Amaral
estúdio pós-produção Íngreme
tradução inglesa José Roseira
produção e gestão Celeste Alves, Paula Varanda, Elsa Sertório
produtoras Luciana Fina, Luísa Homem
distribuição TERRATREME – João Matos, Pedro Peralta
co-produção LAF studio | TERRATREME
apoio financeiro CML – Câmara Municipal de Lisboa, ICA – Instituto Cinema e Audiovisual
apoio Balleteatro (Porto), Fidelidade Property
apoio equipamentos Ricochete Filmes, Screen Miguel Nabinho, Cineset

62 min | Portugal/Itália 2016
estreia Doclisboa ’16 (PT), 34º TFF Torino Film Festival (IT)

 

LUCIANA FINA nasce no Sul da Itália, em Bari, e trabalha desde 1991 em Lisboa. Com formação em Literaturas Românicas e uma longa colaboração com a Cinemateca Portuguesa como programadora independente, estreia-se na realização de documentários em 1998. Cineasta e artista independente, move-se entre a sala cinematográfica e o espaço de exposição. O seu trabalho é apresentado internacionalmente em festivais de cinema e exposições, estando representado na Coleção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian e Nouveaux Medias do Centre Georges Pompidou. Leciona regularmente sobre o Cinema e a sua relação com as outras Artes.
www.lucianafina.net

 

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